• O ANGICO DE RITA LEE

    rita cangaceira“Rita Lee E Suas Cabras da Peste” antes de partirem para a fazenda do Coroné Marcelo Déda, governador petista de Sergipe. 

    angico2A ‘Grota do Angico’, no município de Poço Redondo (Sergipe), onde tombou Lampião e mais 10 cabras da peste.

     

    GOVERNADOR DE SERGIPE DIZ QUE ESTADO VAI PROCESSAR RITA LEE E PEDIR O CACHÊ DO SHOW DE VOLTA

    UOL / Carlos Madeiro – A confusão no último show da carreira de Rita Lee, em um festival em Aracaju, ainda poderá render problemas à roqueira. O governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT), afirmou que o Estado vai processar a cantora pelo “show de irresponsabilidade” durante a apresentação –paga com recursos públicos– na edição 2012 do “Verão Sergipe”.

    Déda, que estava acompanhando o show, criticou os termos usados da cantora, que chamou os policiais militares – que empurravam alguns fãs na platéia – de “cachorros” e “cavalos” durante a apresentação na madrugada do último domingo (29). “Vamos processá-la, pela nossa Procuradoria. As autoridades do Estado vão processar porque ela se valeu de uma posição de quem está conduzindo um espetáculo para colocar em risco a vida de milhares de pessoas. A Polícia Militar estava cumprindo o seu papel”, afirmou Déda, em entrevista concedida aos jornalistas ainda no domingo.

    Segundo o governador, o processo será por conta das “agressões” não só aos militares, mas a toda população. “Nós vamos processá-la para que ela devolva o cachê. Ela não cumpriu o contrato, foi irresponsável. Ela agrediu não só os policiais, mas todo o Estado de Sergipe”, disse, ressaltando que estava “do lado dos policiais” que a levaram a delegacia para prestar esclarecimentos por suposto desacato à autoridade. O valor do cachê não foi informado.

    Para Déda, a cantora provocou os policiais que trabalhavam no show e incentivou o público a consumir drogas. “Ela que provocou os policiais, jogou 20 mil pessoas contra os policiais, induzindo ao consumo de drogas, fez deliberada propaganda, que é proibido pela legislação. Não é o fato de ser um artista do rock’n roll que autoriza ninguém a ser mal educado, agressivo, irresponsável”, desabafou Déda.

    O governador sergipano acredita que Rita Lee “agrediu moralmente” os policiais para “chamar a atenção” da mída. “Essa senhora, talvez tentando criar um episódio para chamar a atenção nacional para esse que ela disse ser o último show, agrediu os policiais do Estado. Essa mesma polícia que ‘está irresponsável’, através de sua assessoria, pediu que fizessem a sua segurança. Sem nenhuma razão, a não ser a irresponsabilidade, ela os agrediu”, disse Marcelo Déda.

    Silêncio de Rita Lee

     Por ordem de seus advogados, Rita Lee não deu nenhuma declaração desde que deixou a delegacia em Sergipe. Na última segunda-feira, a cantora também parou de escrever em seu Twitter. Uma mensagem formal e sem assinatura foi publicada em @litaree_real. “Atendendo a pedido de Rita Lee, comunico aos seus 359.000 seguidores que a mesma se ausentará deste espaço até segunda ordem. Grato”


  • O ROCK MORREU? ENTÃO VIVA O ROCK’N’ROLL!

    Rita_Lee

    deda                 Veja só, companheiro Déda… a maconheira está agitando no seu pedaço!

     

                                      DE LOBÃO A RITA LEE, O BRASIL NADA MUDOU

    News Rondonia / Claudio Julio Tognolli – A cantora Rita Lee foi levada à Delegacia Plantonista de Aracaju na madrugada do dia 29, após seu show de despedida, em Sergipe. Ela se apresentava no Festival de Verão do Estado na cidade de Barra dos Coqueiros, a 2 km da capital. Segundo o assessor de imprensa da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe, Lucas Rosário, que estava presente no show, Rita Lee chamou os policiais de “cachorros” e “filhos da puta”. “Faltando cerca de 40 minutos para acabar o show, Rita Lee começou a se dirigir aos policiais”, disse Lucas. “Ela dizia que o show era dela e, em um determinado momento, ela disse: ‘Me dê um baseado para eu fumar aqui em cima'”.

    Rita Lee relatou em seu twitter: “Alô twittlawyers, polícia abusiva e abusada, não sou obrigada a fazer o q me pedem: ir à delegacia agora, ou amanhã às 9. Último show e ela vai presa? Não poderia ser mais la cantante, afff “. O episódio indica o quanto o Brasil que se propõe tão moderninho é ainda pré-coerente, mefítico, em acrescentar valores dados de barato no primeiro mundo já, há pelo menos, 40 anos. Rock’n’roll é rebeldia, é surfar o caos. Rock’n’roll é, enfim, tudo aquilo que Philip Roth aponta no personagem Herzog, de Saul Bellow. “Intenso porém passivo, reflexivo porém impulsivo, equilibrado porém louco, emotivo, complicado”. Para o rock’n’roll, o Estado sempre foi o inimigo. Não importa que o Brasil siga os passos da China no modelo capitalismo de Estado e que dê de barato bem-aventuranças materiais das quais a nova classe média jamais dispôs. O Estado continua sendo o inimigo. O bisavô da contracultura, Henry Thoreau, foi para a cadeia por se negar a pagar uma taxa de apoio à guerra contra o México. Ralph Waldo Emerson, ao visitá-lo na cadeia, perguntou: “o que você está fazendo aí dentro?”. Thoreau, com as mãos nas barras da cela, atirou de volta: “a pergunta é o que você está fazendo aí fora”.

    Pouco antes de morrer de câncer, o avô da contracultura, Timothy Leary, foi ao aeroporto de Austin, no Texas, acender um cigarro na ala de embarque para protestar contra o antitabagismo: foi prontamente preso. “Think for yourself and quesion authority”, proclamava Timothy Leary.

    O que choca é a prisão de Rita Lee, quase 25 anos depois, ter ocorrido nos mesmos moldes que as autoridades judiciais e a Polícia Militar aplicaram ao cantor Lobão. O que você verá em seguida, é um extrato de apenas 2% de todos os documentos judiciais que este repórter coletou por dois anos para a biografia do cantor Lobão, “50 anos a mil”, (150 mil exemplares vendidos) que ano que vem começa a ser filmada, com Rodrigo Santoro no papel de Lobão. Confira você que um quarto de século depois Rita Lee é presa com os mesmos argumentos que os esbirros pós-ditadura, sejam togados ou de farda, empregaram contra Lobão.

    TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO (1988-junho)

    “Conduta social desajustada e personalidade malformada”.

    No Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, em 10 de junho de 1988, foi publicado acórdão, de 16 páginas, de autoria do desembargador-relator Enéas Machado Cotta, relatado a 3 de maio daquele ano. Ele começa assim:

    “O réu João Luiz Woerdenbag Filho, denunciado perante o MM. Juízo de Direito da 2ª Vara Criminal Regional da Ilha do Governador, Comarca da Capital, incurso no Art.16, da Lei 6368/76, porque, no dia 11/02/87, cerca de 16h40 horas, preso em flagrante, ao desembarcar no Aeroporto Internacional do Galeão, quando trazia consigo, sem autorização legal ou regulamentar, para consumo próprio, dois pequenos embrulhos de substâncias entorpecentes, maconha e cloridrato de cocaína. A prestação jurisdicional, pela procedência da ação, resultou em condenar o réu em 1 ano de detenção e cinqüenta dias-multa, no valor unitário de 1 salário mínimo mensal vigente ao tempo do fato, incurso no Art.16, da Lei 6 368/76, estabelecido o regime prisional fechado para o início do cumprimento da pena afitiva, denegado o sursis”.

    Prossegue o desembargador Cotta: “No momento do fato denunciado, segundo a prova dos fatos, o acusado estava tranqüilo e admitiu, inclusive, a prova tão-somente do remédio Rivotril 2 mg, porque é epilético…foram apreendidas, em poder do acusado, duas gramas e três centigramas de maconha (2,3 g) e oito decigramas de cocaína (0,8g).”

    “Trata-se, realmente, de réu tecnicamente primário. No entanto, segundo declarações do acusado, no auto de prisão em flagrante, em fevereiro do ano anterior ao fato sob censura, esteve envolvido em ocorrência da mesma natureza, de que resultou autuado pela Delegacia de Entorpecentes do Estado. Ainda, quando do cumprimento do mandado de prisão, pedido em decorrência do quebramento de fiança, nestes autos, pela Polícia Federal, o acusado foi surpreendido com haxixe e maconha, no hotel onde de encontrava hospedado, sendo preso e autuado em flagrante delito. Ambos os cometimentos penais, da mesma natureza, foram apagados, um pela absolvição e, o outro, com o arquivamento do inquérito policial. Tais antecedentes, pelos resultados dos respectivos processos, não devem pesar em desfavor do agente”.

    “É enorme a culpabilidade do agente, tanto em razão de sua condição pessoal, como pela situação de fato de sua atividade criminosa. Assim que, o réu, conhecido cantor, tido e havido por muitos como ídolo da juventude, se confessa usuário de entorpecentes desde 14 anos de idade e trazia consigo, acintosamente, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro,dentro do seu porta-óculos, as drogas apreendidas. Não é injusta a pena aflitiva, no dobro do mínimo-legal, imposta a veterano usuário de drogas, de conduta social desajustada e personalidade malformada por suas intimidades no trato com entorpecentes”.

    “Apesar da primariedade técnica, a conduta social desajustada e a personalidade malformada do agente não autorizam conceber um juízo de conveniência do favor legal”.

    “Não é credor do sursis o delinqüente que, apesar da primariedade técnica, revela periculosidade social post delictum, por sua conduta social desajustada e personalidade malformada”.

    CASO PARANÁ (1989-setembro)

    “Conduta criminosa do criminoso e artista que se denomina LOBÃO”

    O depoimento do Segundo Tenente Maurício Correia Pimentel Machado, Comandante do Pelotão de Polícia de Trânsito da cidade de Cascavel, no Paraná, datado de 8 de setembro de 1989, tem cinco páginas. Trata de sua atividade de coordenar os policiais que circundavam o show no estádio Sérgio Mauro Festugato. O tenente preferiu ele mesmo verberar a sua versão dos fatos num relatório de punho próprio, datilografado. E para, tanto, elenca sete testemunhas contra Lobão: Deodemas de Mello, morador da rua Plínio Salgado; Mário Sérgio Mendes Coelho, morador da rua Carlos Gomes; Paulo Sérgio de Melo, repórter da TV Carimã, de Cascavel; Severini Trindade, cinegrafista da TV Cascavel (que em seu relatório o tenente descreve como “sinegrafista”); Sidney Armanjo, funcionário do Hotel Copas Verdes; Antonio Junior, funcionário da companhia telefônica estatal Telepar e Edvaldo Esboque, funcionário da loja Hermes Macedo.

    O tenente remete o relato ao delegado adjunto do 15 º Distrito Policial de Cascavel, Altino Remy Gubert Junior, e é taxativo: quer que Lobão, face o relatório, perca quaisquer benefícios judiciais de que poderia estar gozando.

    “A conduta policial prudente e certa, dentro dos limites da lei, e do interesse público, entretanto, foi violentamente criticado pelo conhecido artista já condenado por outras tropelias e ofensas à lei, que em vez de se comunicar com o Comando, ou com outras autoridades, inclusive com o declarante, passou a vituperar a Polícia Militar do Estado como corporação, taxando-a “corporação FDP”, “pau no cu” e “merdas”, “porras”, etc, que além de atingirem a corporação, ainda agredia a platéia mista que pagara para ir assisti-lo”.

    “Diante de tais ofensas gratuitas e infundadas, despropositadas, o declarante, no resguardo da dignidade de sua Corporação, e na preservação de seu comando, dirigiu-se ao exacerbado OFENSOR, acompanhado do seu motorista, soldado Paulo Roberto da Graça. Este (Lobão) então lhe ameaçou de não realizar o “show” e atiçar as pessoas presentes contra a Polícia Militar, caso esta não cessasse sua ação preventiva de preservação e garantia da ordem pública. E de fato o fez”.

    “Tanto que muitas pessoas presentes no local passaram a ofender a Polícia Militar presente no local, com vaias e palavrões, num crescendo que terminaria por uma agressão física e tentativa de linchamento coletivo, contra o declarante e seus comandados”.

    “Evitando conflito de consequências imprevisíveis, o declarante, ainda pensando na ordem pública, porque no local encontravam-se jovens menores e de sexo feminino, e pessoas cheirando éter, “lanças-perfumes” (sic), e até completamente embriagadas, resolveu, taticamente, recuar os seus homens para fora do ginásio, mas mantendo o policiamento, para qualquer emergência ou ocorrência criminosa”.

    “A conduta criminosa, do criminoso e artista que se denomina LOBÃO é por demais evidente no caso:

    a)Caluniou toda a Corporação de nossa Polícia Militar;

    b)Ofendeu e agrediu moralmente um Oficial da Polícia Militar, que simplesmente cumpria com o seu dever, e nada mais;

    c)Incitou a multidão indisciplinada e enfurecida contra o declarante e seus comandados;

    d) Obstruiu exercício do Poder de Polícia, criando no interior do Ginásio um clima de insegurança e perigo, que só não derrapou para a violência física e destruição material do bem público, pela conduta tática e serena do declarante, que deslocou o policiamento para o redor do local anarquizado pelo roqueiro e pela transa com droga e álcool”.

    “Para que a responsabilidade penal do mesmo seja apurada, pede que seja instaurado competente Inquérito Policial, e nele indiciado o roqueiro Lobão, cujo nome e qualificação deve ser feita por Vossa Senhoria na sua identificação criminal, devendo tal ocorrência ser comunicada para o juiz que o condenou por tráfico e uso de drogas, para fins de cancelamento dos benefícios de liberdade na execução de sua pena”

    Lobão procura a Polinter carioca, e em 13 de agosto de 1991, quase dois anos após o episódio. Presta declarações de uma página ao delegado Ari Paulo de Souza Fernandes. Sustenta que apenas foi ao palco “para chamar o oficial que chefiava o regimento, a fim de que ele continuasse preservando a segurança do local, mas que não molestasse o público e nem que atrasasse o espetáculo, já com atraso de duas horas”. Lobão sustenta que tal convocatória foi feita já que os policiais militares “estavam fazendo um corredor polonês na roleta, a fim de revistarem as pessoas que assistiriam ao show, gerando desta forma uma revolta e agressividade do público com relação à Polícia Militar”. Lobão sustenta que ao final do show pediu desculpas ao tenente Maurício Correia”.

     

  • NA COPA SÓ PODE A CABECINHA…

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    MINISTRO DEFENDE VENDA DE CERVEJA NOS ESTÁDIOS DA COPA, MAS COM RESTRIÇÕES

    UOL (São Paulo) – O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, se mostrou confiante em relação à aprovação da Lei Geral da Copa no Congresso em março, logo após retomada dos trabalhos pós-Carnaval. Segundo ele, “restam apenas três pequenas discussões”, e entre elas está a da liberação da venda de cerveja nos estádios.

    Em entrevista à rádio CBN nesta segunda-feira, Aldo Rebelo defendeu mudança na legislação brasileira a fim de respeitar os patrocinadores da Copa de 2014, e falou sobre algumas restrições que podem servir de exemplo para as autoridades brasileiras contornarem o impasse.

    “O país se comprometeu a respeitar as marcas dos patrocinadores, e essa prerrogativa da venda dentro dos estádios está assegurada. A tendência é aceitar essa interpretação, ou seja, a venda de cerveja com restrições, para não comprometer a nossa legislação. Por exemplo, restringir a venda de bebida a bares e restaurantes e não permitir a circulação de bebidas nas arquibancadas durante os jogos”, declarou o ministro.

    “Em alguns países da Europa, só se permite a venda de cerveja nos intervalo. Essas medidas o Congresso deve analisar para chegar a um intermediário”, acrescentou Aldo Rebelo.

    Outro ponto polêmico da Lei Geral da Copa é sobre a meia-entrada. Quanto a isso, a opinião de Aldo Rebelo é a mesma: tentar resolver a situação sem desrespeitar a legislação.

    “A nossa ideia é preservar a legislação brasileira, e ela é clara no que diz respeito à terceira idade. Não tem uma legislação para os estudantes, teria que fazer um acordo a parte, mas não vai haver pressão da Fifa. O congresso vota aquilo que é da convicção que e da maioria”, destacou o ministro.

    Aldo Rebelo vai participar de uma vistoria de rotina no estádio do Corinthians em Itaquera, palco da abertura da Copa. Segundo ele, “não há nenhum calendário problemático com a construção das arenas”.

    “Tínhamos o caso do Rio Grande do Sul como certo atraso, mas o Internacional retomou as obras e creio que todas as 12 sedes estarão em condições de receber a Copa. Em Natal, não haverá estádio para a Copa das Confederações, mas para o Mundial eu tenho certeza de que a arena estará pronta também”, completou.


  • EITA JAMES!

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          CHRISTINA AGUILERA E STEVIE WONDER CANTAM EM FUNERAL DE ETTA JAMES

    EFE (Washington) – Centenas de fãs foram ao funeral da estrela do soul e do jazz Etta James, realizado neste sábado na Califórnia, do qual participaram a cantora Christina Aguilera e o músico Stevie Wonder.

    Etta, que morreu no dia 20 de janeiro aos 73 anos de idade por causa de uma leucemia, era conhecida por sucessos como ‘At Last’ e ‘Something’s Got a Hold on Me’.

    Durante a cerimônia, realizada na localidade de Gardena, no sul da Califórnia, o reverendo Al Sharpton leu uma breve nota de pêsames enviada pelo presidente americano, Barack Obama.

    ‘Sei que todos aqueles que a conheciam e a amavam sentirão profundamente saudades. Será lembrada por sua voz lendária e suas contribuições a nosso patrimônio musical’, leu Sharpton da mensagem de Obama em um ato que foi parcialmente televisado.

    A cantora, ganhadora de vários prêmios Grammy, nasceu no dia 25 de janeiro de 1938 em Los Angeles, de mãe adolescente e pai desconhecido.

    ‘Etta James era de verdade, era autêntica. Era essa autenticidade que era parte de seu carisma que atraía o povo’, ressaltou Sharpton.

    Sharpton exibiu a capa do ‘New York Times’ no dia da morte de James como símbolo do triunfo de uma cantora que começou em um pequeno coro gospel de uma igreja californiana.

    Pouco antes de interpretar uma versão de ‘At Last’, Aguilera assegurou: ‘de todas as cantoras que escutei, ela era a que chegou a minha alma diretamente e me falou’.


  • A OVELHA NEGRA E A ‘PULIÇA’ VERMELHA

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                     RITA LEE É LIBERADA APÓS PRESTAR DEPOIMENTO EM ARACAJU

    FOLHA.com / Marcus Preto (Aracaju) – A cantora Rita Lee, 67, foi liberada após prestar depoimento e assinar um boletim de ocorrência numa delegacia de Aracaju (SE). Ela foi detida por policiais ao fim do último show de sua carreira, no Festival Verão Sergipe 2012.

    O imbróglio começou no meio do show, quando a cantora afirmou ter visto membros de seu fã clube, que viaja atrás dela pelo Brasil para vê-la ao vivo, sendo agredidos por policiais.

    Primeiro, declarou que não os queria em sua apresentação. Ainda calma, disse: “Vocês são legais, vão lá fumar um baseadinho”.

    Mas, quando os policiais vieram para a frente do palco, formando uma parede humana de frente para ela, a cantora se alterou. Lembrou já ter vivido o período da Ditadura e disse não ter medo deles. Chamou os PMs de “cavalo”, “cachorro”e “filho da puta”.  

    Terminado o show, Rita foi levada pela polícia à delegacia.

    O boletim de ocorrência foi tipificado como “desacato e apologia ao crime ou ao criminoso (art. 287 do Código Penal)”. “A sensatez falou mais alto no momento, por isso a polícia não parou o show”, disse o tenente-coronel Adolfo Menezes, responsável pelo policiamento do show.

    A ex-senadora e hoje vereadora de Alagoas Heloisa Helena (PSOL), que assistiu ao show, já estava na delegacia antes mesmo de Rita chegar. Foi solidária à cantora e assinou o B.O. como testemunha a seu favor. No mesmo boletim, Rita disse que “todo o ocorrido se deu como uma reação emocional, provocada pela ação truculenta desnecessária”.

    O governador Marcelo Déda (PT), que também assistiu à apresentação, disse ter testemunhado “um espetáculo deprimente” por parte de Rita. “A polícia não tinha feito nenhum tipo de ação que justificasse (a atitude da cantora)”, declarou.

    Para o governador, a cantora tentou colocar o público, estimado em 20 mil pessoas pela organização, contra os policiais, o que poderia levar a uma “confusão generalizada”, segundo ele.

    No Twitter, Beto Lee, filho de Rita, protestou: “A policia de Aracaju levou minha velha para a delegacia. Bando de frouxo”. A própria cantora tuitava enquanto era escoltada pelos policiais: “Tô indo p/ a delegacia…a polícia d Aju ñ gosta d mim mas Sergipe gosta, estou dentro do carro, eles estaaoentravv (sic)”.

    Pelo microblog, o cantor Lobão também se manifestou: “Mas era soh o que faltava…prender a Ritinha eh de última!”.


  • A COROA CARA DE PAU

    laerteO cartunista Laerte, adepto do “crossdressing” (vestir-se como o sexo oposto)

     

            CARTUNISTA VAI À JUSTIÇA PARA TER DIREITO DE USAR BANHEIRO FEMININO

    FOLHA.com / Natália Cancian – Em uma noite de terça, uma senhora entra no banheiro feminino da Real Pizzaria e Lanchonete, na zona oeste de São Paulo. Ela veste uma minissaia jeans, uma blusa feminina listrada, meia-calça e sandália.

    Momentos depois, é proibida de voltar ao banheiro pelo dono do estabelecimento. Motivo: uma cliente, com a filha de dez anos, reconheceu na senhora o cartunista da Folha Laerte Coutinho, 60, que se veste de mulher há três anos.

    Ela reclamou com Renato Cunha, 19, sócio da pizzaria. Cunha reclamou com Laerte. Laerte reclamou no Twitter. E assim começou a polêmica. O caso chegou ontem à Secretaria da Justiça do Estado.

    A coordenadora estadual de políticas para a diversidade sexual, Heloísa Alves, ligou para Laerte e avisou: ele pode reivindicar seus direitos. Segundo ela, a casa feriu a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero.

    Proibido de entrar no banheiro feminino, mesmo tendo incorporado as roupas de mulher ao dia a dia, Laerte diz que pretende acionar a lei.

    Ele conta que, avisado pelo dono, tentou argumentar com a cliente. “Até brinquei e passei para a minha personagem Muriel e disse: mas sou operado! E ela: mas não é o que você diz por aí.”

    Laerte, que se define como alguém “com dupla cidadania”, diz que passou a usar o banheiro feminino após aderir ao crossdressing (vestir-se como o sexo oposto) e se “consolidar” como travesti, mas não tem preferência por um banheiro específico.

    “É uma questão de contexto, de como estou no dia. Não quero nem ter uma regra nem abrir mão do meu direito”, disse o cartunista.

    Cunha, o sócio da pizzaria, diz que não sabia da “dupla cidadania” do cartunista nem que o caso iria gerar polêmica.

    “Eu nem sabia o que era crossdressing. Houve a confusão, e no final eu cometi esse erro de falar: se o senhor puder usar o banheiro masculino, por favor.” Ele diz que se arrependeu do pedido.

    Ontem, a proibição gerou comentários e dividiu usuários das redes sociais. A discussão ganhou apoio entre associações de travestis e transexuais.

    Segundo Adriana Galvão, presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB-SP, não há lei específica sobre o tema.


  • “EXPLODE CORAÇÃO” (*)

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    FUNDADOR DA EMPRESA DE PRÓTESES MAMÁRIAS PIP É PRESO PELA POLÍCIA FRANCESA

    AFP – A polícia francesa prendeu nesta quinta-feira (26) Jean-Claude Mas, o fundador da empresa de próteses mamárias PIP, que está no centro de um escândalo sanitário internacional e é alvo de processos.

    Ele foi preso devido a uma investigação iniciada em dezembro, na cidade de Marselha (ao sul da França), sobre as implicações sanitárias das próteses da PIP. “Jean-Claude Mas foi detido no domicílio de sua companheira e colocado sob custódia”, afirmou fonte policial.

    O escândalo mundial diz respeito a implantes mamários defeituosos de milhares de mulheres em inúmeros países, e se intensificou no mês de dezembro ao revelar que as proteses continham “aditivo para combustíveis”.

    Apesar de a empresa ter falido em 2010, o empresário admitiu que a firma produziu um gel de silicone que não estava autorizado pelos órgãos responsáveis, mas descartou que apresentasse riscos para a saúde.

    “Eu sabia que esse gel não era homologado, e o fizemos conscientemente porque o gel da PIP era mais barato (…) e de melhor qualidade”, explicou Mas aos peritos da polícia durante uma investigação preliminar.

    Mais tarde, foi aberto um processo contra ele por homicídio e ferimentos voluntários.

    Danos à saúde

    Na França foram registrados pelo menos 20 casos de câncer entre as mulheres portadoras de implantes da PIP (16 delas eram câncer de mama), apesar de, no momento, não se poder estabelecer uma relação de causalidade.

    De qualquer maneira, as autoridades francesas, assim como em outros países, inclusive o Brasil, recomendaram a extração desses implantes.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselhou às mulheres que tenham implantes PIP em todo mundo que consultem seus médicos ante qualquer suspeita de ruptura ou presença de dor.

    Milhares de queixas foram apresentadas em diversos países contra a empresa PIP.


    Nota do SDV ( * ): música de Gonzaguinha.


  • A COMPANHEIRA PETROSSAURA

    gracinha            Pesquisa e arquivos de Rocas Quintas, correspondente do “Navarone News”

     

          COM MUDANÇA NO COMANDO, DILMA AUMENTA CONTROLE SOBRE PETROBRAS

    FOLHA.com – A mudança decidida pela presidente Dilma Rousseff no comando da Petrobras visa aumentar a influência do governo federal sobre a companhia, informa reportagem de Natuza Nery, Denise Luna e Pedro Soares publicada na Folha desta terça-feira. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

    A diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, substituirá José Sergio Gabrielli na presidência da companhia.

    A alteração no comando da companhia, incluindo a direção de setores importantes, aponta para um critério mais técnico na ocupação dos cargos da estatal., Dilma pretende aumentar a produção nacional de petróleo. No passado, o governo reclamou de que a empresa não vinha investindo nessa direção.

    A troca foi bem recebida pelo mercado, que vê na entrada dela chance maior de aproximação da estatal com o Planalto, o que poderá agilizar a administração.

    A saída de Gabrielli deverá levar a outras substituições na empresa.


  • NAMORO OU AMIZADE?

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                         IRÃ ATACA DIPLOMACIA DE DILMA E DIZ QUE LULA FAZ FALTA

    FOLHA.com / Samy Adghirni (Teerã) – Em entrevista à Folha, o porta-voz pessoal do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, criticou duramente o comportamento do Brasil em relação a seu país. Ali Akbar Javanfekr atacou diretamente Dilma Rousseff.

    A reportagem, de Samy Adghirni está disponível para assinantes da Folha e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

    “A presidente golpeou tudo o que [o ex-presidente] Lula havia feito. Destruiu anos de bom relacionamento”, afirmou ele.

    A irritação iraniana também se nota nas recentes barreiras contra exportadores de carne brasileira.

    A União Brasileira de Avicultura afirma que as vendas de frango para o Irã, em alta até outubro, passaram a ser vetadas sem justificativa.

    Já a multinacional brasileira JBS relata ter tido milhares de toneladas de carne bovina retidas por três semanas num porto iraniano.


  • MULHERES DÃO PRENSA NA IMPRENSA

    mulher_superO jornalista Clark Kent precisou assumir a personalidade do Super-Homem para conter as meninas feministas da Ucrânia.

     

                  ATIVISTAS DA FEMEM TIRAM A ROUPA E DÃO SOCOS EM JORNALISTAS

    UOL Notícias – As ativistas da Femem, organização feminista da Ucrânia, voltaram a tirar a roupa neste sábado, em frente ao Parlamento búlgaro, para protestar contra a violência doméstica e o tráfico de mulheres.